BESSIE SMITH - A Imperatriz do Blues

Bessie Smith nasceu no Tennessee em 1894 e teve uma infância e juventude bastante complicadas, já que o seu pai morreu quando ela era ainda muito nova e aos nove anos perdeu também a mãe. Começou então a cantar na rua com o irmão mais novo Andrew, de forma a arranjar dinheiro e, mais tarde, em 1912, sob a influência do irmão Clarence, juntou-se a uma companhia de teatro, ganhando algum protagonismo.
Em 1923 assinou contrato com uma editora e lançou o seu primeiro hit, o tema Down Hearted Blues, seguido de outros como Baby, Won’t You Please Come Home e Mama’s Got The Blues. A artista entrou então numa fase de bastante actividade, com diversos espectáculos de teatro e música, com a colaboração de alguns artistas famosos como Louis Armstrong ou Joe Smith, e que a tornaram na mais bem paga artista de raça negra da altura. No final da década, com a Grande Depressão americana, a carreira de Bessie Smith começou a decair, mas não deixou nunca de actuar em espectáculos ou em teatro e de criar novas músicas como Take Me For a Buggy Ride e Gimme a Pigfoot, juntando algumas influências de Swing.
Foi então que, em 1937, quando se deslocava de um concerto, de Memphis para o Mississippi, que sofreu um acidente de automóvel, do qual resultaram ferimentos muito graves, mas o pior aconteceu depois, já que lhe foi negada a entrada nos hospitais locais por motivos raciais, acabando por falecer… Morria desta forma a mais popular e bem sucedida cantora de Blues dos anos 20 e 30 e que influenciou inúmeros artistas ao longo dos anos.
A primeira vez que ouvi falar de Bessie Smith foi na rádio, há uns anos quando a cantora de Blues portuguesa, Jacinta, lançou o álbum A Tribute to Bessie Smith. Confesso que adorei e tentei procurar algum material original de Bessie mas não encontrei nada, e foi em Paris, numa Fnac perto do Louvre que descobri um CD Duplo com 40 músicas, incluindo todos os seus grandes êxitos, com aquele som meio “sujo” característico da época. Os temas que gostava de destacar são: Baby, Won’t You Please Come Home, Down Hearted Blues e That Ain’t Nobody’s Bizness If I Do. Embora se torne algo repetitivo porque o ritmo e a sonoridade das músicas são bastante semelhantes, a sua voz é intensa, quase suplicante e vinda do fundo do coração, fazendo com que consigamos sentir as músicas de forma profunda.
Página de Informação: Bessie Smith
Excerto de: Baby, Won't You Please Come Home
Em 1923 assinou contrato com uma editora e lançou o seu primeiro hit, o tema Down Hearted Blues, seguido de outros como Baby, Won’t You Please Come Home e Mama’s Got The Blues. A artista entrou então numa fase de bastante actividade, com diversos espectáculos de teatro e música, com a colaboração de alguns artistas famosos como Louis Armstrong ou Joe Smith, e que a tornaram na mais bem paga artista de raça negra da altura. No final da década, com a Grande Depressão americana, a carreira de Bessie Smith começou a decair, mas não deixou nunca de actuar em espectáculos ou em teatro e de criar novas músicas como Take Me For a Buggy Ride e Gimme a Pigfoot, juntando algumas influências de Swing.
Foi então que, em 1937, quando se deslocava de um concerto, de Memphis para o Mississippi, que sofreu um acidente de automóvel, do qual resultaram ferimentos muito graves, mas o pior aconteceu depois, já que lhe foi negada a entrada nos hospitais locais por motivos raciais, acabando por falecer… Morria desta forma a mais popular e bem sucedida cantora de Blues dos anos 20 e 30 e que influenciou inúmeros artistas ao longo dos anos.
A primeira vez que ouvi falar de Bessie Smith foi na rádio, há uns anos quando a cantora de Blues portuguesa, Jacinta, lançou o álbum A Tribute to Bessie Smith. Confesso que adorei e tentei procurar algum material original de Bessie mas não encontrei nada, e foi em Paris, numa Fnac perto do Louvre que descobri um CD Duplo com 40 músicas, incluindo todos os seus grandes êxitos, com aquele som meio “sujo” característico da época. Os temas que gostava de destacar são: Baby, Won’t You Please Come Home, Down Hearted Blues e That Ain’t Nobody’s Bizness If I Do. Embora se torne algo repetitivo porque o ritmo e a sonoridade das músicas são bastante semelhantes, a sua voz é intensa, quase suplicante e vinda do fundo do coração, fazendo com que consigamos sentir as músicas de forma profunda.
Página de Informação: Bessie Smith
Excerto de: Baby, Won't You Please Come Home


2 Comments:
Olá Rui
Conheci Bessie Smith através de uma grande cantora de jazz - Jacinta.
Os blues não são bem a minha "onda", mas confesso que "A tribute do Bessie Smith" da Jacinta é um cd que me dá muito prazer em ouvir. Faz parte da minha humilde colecção de cd's!
Parabéns pelos post's cheios de sonoridade ;)
Eh eh Paulinha, eu também conheci a Bessie Smith através do álbum da Jacinta ;) É muito bom! Gosto muito de Blues.
Obrigado ;)
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